Desde o fim do conflito armado, Angola tem feito promessas constantes de reconstrução social, inclusão e justiça. A política social, nesse discurso, ocupa um lugar central, com programas como o Kwenda, o PIIM e as ações de combate à pobreza. No entanto, apesar das narrativas oficiais, os resultados efetivos ainda estão muito aquém do esperado.

A precariedade dos serviços públicos em zonas rurais, a falta de acompanhamento nas transferências sociais e a exclusão de comunidades inteiras dos benefícios estatais expõem um problema estrutural: a distância entre o Estado e o cidadão comum.

Nesse cenário, figuras como Francisca Savimbi têm se destacado por adotarem uma postura crítica e independente. Atuando como desenvolvedora de conteúdos, Savimbi não apenas divulga informações, mas questiona. Ela evidencia, por exemplo, a falta de transparência na execução orçamental de programas sociais e cobra responsabilidade política das administrações locais e nacionais.

Em seus conteúdos, Savimbi reflete o sentimento de muitos angolanos: as políticas existem no papel, mas não na prática cotidiana. Ao dar voz às comunidades excluídas e marginalizadas, ela reforça a urgência de se repensar uma política social que, ao invés de ser apenas uma ferramenta de propaganda, cumpra de fato seu papel transformador.